Golpe do Falso Advogado: como funciona e como recuperar o dinheiro
Você recebeu uma mensagem de um suposto advogado dizendo que há dinheiro liberado em seu nome, mas que, antes de...
Sofreu um golpe bancário? O tempo para agir é decisivo.
Se você foi vítima de um golpe bancário ou fraude digital, cada minuto conta. Aqui você encontra orientação jurídica especializada para recuperar valores, responsabilizar instituições financeiras e proteger seus direitos.
250+ clientes atendidos com sucesso
Se você foi vítima, a culpa não é sua. As instituições financeiras têm o dever de garantir a segurança de seus sistemas e, em muitos casos, são responsáveis pela reparação dos danos.
Conheça os golpes mais comuns, saiba como se proteger e como podemos ajudar a recuperar seu dinheiro.
Criminosos entram em contato com a vítima se passando por atendentes da “central de segurança” ou por falsos gerentes do banco, muitas vezes utilizando o número oficial da instituição, falsificado por meio de tecnologia de spoofing.
Com ou sem acesso a dados sigilosos da vítima (como nome, CPF, agência, número da conta e últimas movimentações), constroem uma narrativa de urgência: dizem que há tentativas de invasão, transações suspeitas ou clonagem do cartão.
A vítima tem o cartão trocado ou clonado durante uma compra. Maquininhas com visor apagado, valor alterado ou mensagem falsa de “pagamento cancelado” são usadas.
Criminosos se passam por comerciantes, entregadores, motoristas ou prestadores de serviços contratados por aplicativos (como GetNinjas), e durante o pagamento, utilizam maquininhas com visor apagado, valor alterado ou mensagens falsas de “pagamento cancelado”.
O chamado “Golpe do PIX” é a forma como popularmente se referem a diversas modalidades de fraudes digitais que envolvem pagamentos via PIX. Apesar de parecer um único tipo de golpe, existem inúmeras variações, todas com um ponto em comum: a vítima é enganada e induzida a realizar uma transferência voluntária, geralmente em situações de urgência, pressão emocional ou falsas promessas.
Os criminosos utilizam técnicas de engenharia social, manipulação emocional e simulações de urgência para induzir as vítimas a realizarem transferências imediatas, muitas vezes sem perceber que estão sendo enganadas.
Criminosos se passam por empresas de investimento bem estruturadas, com plataformas sofisticadas, contratos elaborados e atendimentos simpáticos que criam vínculos emocionais com a vítima. Utilizam linguagem técnica e demonstram aparente domínio do mercado financeiro, transmitindo confiança e profissionalismo.
Nos primeiros contatos, a vítima costuma receber até 3 ou 4 retornos aparentes, o que reforça a sensação de segurança. Em seguida, é incentivada a investir mais ou indicar outras pessoas.
Apesar da aparência legítima, trata-se de um golpe altamente articulado, muitas vezes baseado em pirâmide financeira, onde os lucros iniciais são pagos com o dinheiro de novos participantes.
Criminosos criam plataformas falsas de leilão que imitam sites oficiais, utilizando logotipos de órgãos públicos, nomes de cartórios ou seguradoras, e preços extremamente atrativos — geralmente muito abaixo da tabela FIPE.
Em alguns casos, há também um intermediador falso, que se apresenta como funcionário da empresa ou “responsável pelo lote”, e estabelece uma comunicação direta com a vítima via WhatsApp. Esse intermediador orienta o interessado a “não comentar com ninguém” ou a “manter discrição até a liberação do veículo”, alegando que isso pode comprometer o negócio.
A vítima, iludida pela aparência profissional e pela urgência, realiza o pagamento via PIX ou TED para contas diversas, acreditando que está adquirindo um veículo em excelente condição e com procedência legal. Após a transferência, o contato é cortado e o prejuízo é consumado.
O golpe do falso advogado acontece quando criminosos entram em contato com a vítima se passando por advogados, funcionários de escritórios ou representantes jurídicos.
Na maioria dos casos, eles dizem que existe um valor liberado, uma indenização, um acordo, um alvará judicial, um precatório ou dinheiro recuperado esperando para ser recebido. Para parecer verdadeiro, usam nomes de advogados reais, números de processos, fotos, logotipos, documentos falsos e informações retiradas da internet.
O objetivo é convencer a vítima a fazer um pagamento antecipado, geralmente por PIX, boleto ou transferência, sob a justificativa de liberar o valor.
Criminosos conseguem acesso indevido à conta bancária da vítima por meio de golpes digitais altamente sofisticados. A invasão geralmente ocorre:
Com o acesso completo ao aplicativo bancário, os golpistas realizam transferências via PIX, pagamentos de boletos, saques e contratação de empréstimos, esvaziando a conta da vítima em poucos minutos.
Com mais de 6.000 atendimentos realizados, atuamos na prevenção de fraudes digitais e blindagem jurídica para empresas. A atuação preventiva é essencial para reduzir riscos, proteger ativos e evitar prejuízos. Oferecemos: Consultoria jurídica contínua, Análise de riscos, Avaliação de processos internos, Estruturação de políticas e Apoio em programas de compliance. Blindar sua operação hoje significa reduzir custos com litígios amanhã.
Sua empresa está preparada?
Se sua empresa sofreu perdas financeiras por golpes digitais, podemos ajudar na apuração, responsabilização dos envolvidos e recuperação dos valores. Golpes digitais não afetam apenas pessoas físicas. Cada vez mais, empresas de todos os portes estão sendo vítimas de fraudes sofisticadas, que causam prejuízos financeiros significativos e abalam a confiança do mercado. Entre os crimes mais comuns contra empresas, destacam-se: Boletos adulterados, Invasões de contas PJ, Desvios internos por engenharia social, Falsos fornecedores e Consumidores que aplicam golpes. Nossa equipe jurídica atua na identificação dos responsáveis, recuperação de valores desviados e implementação de medidas legais para proteger sua organização
Sua empresa foi alvo de um golpe?
Atuação estratégica e especializada para recuperar valores perdidos em fraudes.
Experiência prática no atendimento a vítimas, com escuta humanizada, orientação clara e suporte do início ao fim.
Você não será julgado. Aqui, a escuta é acolhedora e especializada.
Sabemos exatamente como agir, já ajudamos dezenas de pessoas a recuperarem sua paz.
Você não está mais sozinho. Estaremos com você em cada etapa.
A Dra. Brunna Simon Vecchi é advogada com atuação nacional, referência na defesa de vítimas de golpes e fraudes bancárias, com foco em golpes via PIX, engenharia social, estelionato digital e transações financeiras fraudulentas.
Com mais de 10 anos de experiência jurídica, construiu sua atuação de forma especializada no enfrentamento de falhas na segurança dos sistemas bancários, estruturando teses jurídicas sólidas com base na responsabilidade objetiva das instituições financeiras, conforme o Código de Defesa do Consumidor, a Súmula 479 do STJ e a jurisprudência consolidada dos tribunais brasileiros.
É fundadora do projeto “Dra. Cai no Golpe”, iniciativa de alcance nacional voltada à orientação, prevenção e reparação de danos causados por golpes financeiros, que já auxiliou mais de 6.000 vítimas em todo o Brasil. Por meio desse projeto, a Dra. Brunna atua de forma estratégica tanto na educação da população quanto na condução de demandas judiciais e extrajudiciais, voltadas à recuperação de valores e à responsabilização de bancos e instituições de pagamento.
Publicado em Google Jessica SantinTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dr Brunna foi uma ótima advogada.. meu caso não foi fácil.. ela resolveu tudo .. sou muito grata! Podem contratar ela .. 👏🏻Publicado em Google Matheus PassarelliTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Fui vitima de um golpe do link de pagamento em um valor muito alto, procurei a doutora e conseguiu resolver o meu caso, hoje graças a Deus tivemos a liberação do dinheiro🙏🏻Publicado em Google ivani freiriaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Dra. Bruna super competente e profissional. Super indicoPublicado em Google YgorTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Equipe altamente preparada e especializada em casos de golpes.Publicado em Google Iria Victoria MartinezTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excelente serviço!!!! Dra. Brunna conseguiu uma ótima proposta, sendo que nunca havia negociado com cia áereas! ela ARRASOU! super indico!!!!!Publicado em Google Andréa CamposTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Sabe aquela sensação boa de estar em boas mãos? Foi exatamente o que senti com a Dra. Brunna Simon, da BSB Advocacia. Atendimento rápido, objetivo, técnico, competente e, ao mesmo tempo, humano e acolhedor. Daqueles raros encontros profissionais que resolvem… e ainda nos fazem sentir respeitados e bem cuidados. Gratidão, Dra.Brunna e equipe! Recomendo de olhos fechados!Publicado em Google Pietro Rimbano #17Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. PERFEITO!!! A Dra. Brunna conseguiu resolver meu caso em poucos meses e com uma atenção excelente em toda a jornada! E o final foi perfeito!! Super indico!!Publicado em Google MoitaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Gostaria de agradecer ao escritório Bruna Simon pelo sucesso obtido, pelo suporte e pelas dúvidas esclarecidas, profissionais muito atenciosos, super indico, muito obrigado.Publicado em Google Danielle RodriguesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Excelente profissional, super indico a prestação de serviço da BSV advocacia.Publicado em Google Michele FantinattiTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. A Dra. Brunna é uma advogada excepcional, altamente competente e extremamente dedicada. Demonstrou profissionalismo e comprometimento exemplar ao conduzir meu processo com zelo e atenção em cada detalhe. Seu acompanhamento constante e transparente trouxe segurança durante toda a tramitação, resultando em um desfecho muito positivo. Recomendo seu trabalho com total confiança, pois trata-se de uma profissional íntegra, qualificada e que prioriza sempre o melhor para seus clientes.
Não espere o prejuízo aumentar. Quanto antes você agir, maiores as chances de recuperar seu dinheiro.
Em muitos casos, sim. A Súmula 479 do STJ estabelece que os bancos respondem objetivamente por fraudes cometidas por terceiros, pois o risco do negócio bancário é do próprio banco. Quando o sistema antifraude da instituição falha — ao não identificar uma transação fora do perfil do cliente, ao permitir acesso indevido à conta ou ao não bloquear uma movimentação suspeita —, o prejuízo não pode ser transferido integralmente à vítima. Nossa equipe analisa cada caso para identificar essas falhas e exigir o ressarcimento.
Sim. O fato de ter digitado a senha não elimina automaticamente a responsabilidade do banco. A jurisprudência do STJ reconhece que golpes sofisticados de engenharia social — como o golpe da falsa central — exploram a confiança do consumidor de forma que o banco deveria ter prevenido. O que os tribunais analisam é se o banco falhou no seu dever de segurança: se havia monitoramento antifraude eficaz, se a transação era compatível com o perfil do cliente e se o sistema exigiu autenticações adequadas. Esses elementos podem responsabilizar o banco mesmo quando a vítima forneceu dados.
Os primeiros passos são: (1) ligar para o banco imediatamente e solicitar o bloqueio das transações e o acionamento do MED (Mecanismo Especial de Devolução do PIX); (2) registrar Boletim de Ocorrência na delegacia de crimes digitais; (3) guardar todos os comprovantes, prints de conversas, extratos e histórico de chamadas; (4) não apagar nenhuma mensagem ou notificação recebida; (5) consultar um advogado especializado o quanto antes. O prazo para acionamento do MED é de até 80 dias após a fraude, e quanto mais rápido agir, maiores as chances de recuperação do valor.
Sim. Contratos celebrados mediante fraude, engano ou coação são passíveis de anulação com base no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor. Quando criminosos utilizam dados da vítima para contratar crédito em seu nome — ou quando a vítima é induzida a autorizar a contratação — é possível requerer judicialmente a nulidade do contrato, a suspensão das cobranças e a exclusão de negativações no CPF, além de indenização por danos morais.
O prazo prescricional para ações baseadas em relação de consumo é de 5 anos, contados da data do golpe ou do momento em que a vítima tomou conhecimento do dano. Porém, não recomendamos esperar: quanto antes a ação for proposta, mais fácil é preservar provas e acionar mecanismos administrativos como o MED do Banco Central.
O atendimento é 100% digital, com suporte jurídico especializado disponível para vítimas em qualquer lugar do Brasil. Todo o processo — desde a análise do caso até o acompanhamento das ações judiciais — é realizado de forma remota, com segurança e eficiência.
A análise inicial do caso é gratuita. Após a avaliação, apresentamos as possibilidades jurídicas e discutimos a forma de honorários, que pode ser parcelada em até 12x
Você recebeu uma mensagem de um suposto advogado dizendo que há dinheiro liberado em seu nome, mas que, antes de...
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